sábado, 16 de abril de 2016

Olhos de Deus



Que poderei eu escrever acerca de palavras que me levam para tantos lugares que conheço, tantos abraços apertados de tanto não querer largar, tantos adeus…
Embora cada despedida seja “uma lâmina”, parto sempre com a certeza de levar comigo “Os olhos de Deus” que esperam por mim e que embarcam em mim a cada retorno, mas “o alento que cada beijo trouxer” sabe-me sempre a pouco, e eu preciso de (tanto) mais!

“Há palavras que nos beijam como se tivessem boca”… e estas, escritas por Abrunhosa e sublimemente cantadas por Moura, roubei-as e tornei-as minhas no momento em que me correram lágrimas de deslumbramento perante tanta beleza! Sonhei.



segunda-feira, 13 de abril de 2015

Tanto tempo passou...
Tantas coisas aconteceram,
Tanto espaço,
Tanto tempo...
mas tanto soube-me a pouco!

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

terça-feira, 11 de setembro de 2012

nada

Aqui se sente, aqui se vive, aqui se sente, aqui se vive. Estas paredes parecem-me hoje mais brancas do que sempre foram. Nelas encontro partes de mim espalhadas pela casa que formam um todo que é nada. Nada é se não for vivido. Abro portas e janelas. O sol entra. A lua passa por mim. Não a vejo. Regressa o medo do tempo e o ocupar da mente com banalidades para esquecer o tempo. O medo. O medo. Sei bem o que me faz falta, mas é tão longe… e estas paredes continuarão a ser brancas. E estas paredes continuarão a ser nada, porque nada é o que sinto. Nada é o que vivo.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

25 de Abril... pelo terceiro ano consecutivo em Grândola, Vila morena!